Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas

330 – FIOS DA ALMA

Uma vivência espiritual nunca poderá ser totalmente apreendida pelos sentidos carnais, pois os sentidos do corpo não têm condições de perceber o que se passa em outros planos, portanto, de forma a que vocês entendam o que se passa nos bastidores de uma vivência, imaginem que seus pensamentos e suas emoções projetam fios coloridos para fora do corpo energético. Esses fios coloridos, cada um contendo o teor energético do que foi projetado, se conectam com os fios correspondentes emanados por outras mentes, da Terra e do Espaço.
Muitas vezes, as pessoas são movidas por fios invisíveis, delas e de outros, sem perceberem. Quando os fios são brilhantes, acompanhando as cores brilhantes, as conexões são virtuosas. Porém, quando esses fios são cinzentos, opacos, criam associações nefastas com outras mentes cinzentas e opacas.

Os fios da agitação são incandescentes, são fios que queimam o equilíbrio. Os fios da meditação são suaves, azul-claro, dourado, verde-claro. Os fios do medo são cinzentos. Os fios do amor são violeta e rosa.

Por esses fios projetados e suas devidas cores, cada pessoa apresenta em torno de si mesma as cores do que segue em sua própria alma. Pelos fios e suas associações percebe-se qual é a companhia espiritual que a pessoa escolheu ao projetar os seus fios.”

PS: Esse texto é a transcrição das informações espirituais passadas por um amparador chinês (via psicofonia) para as 40 pessoas que realizavam uma prática durante o curso Om Sattva no IPPB. O mesmo refere-se às energias projetadas dentro da aura pela qualidade dos pensamentos e sentimentos emanados pela consciência e seus atos. E também ao fato de que o semelhante atrai o semelhante. Logo, os fios aos quais ele se refere são a projeção das vibrações particulares do que alguém pensa e sente e que se afinizam com as vibrações semelhantes emanadas por outras pessoas, físicas e extrafísicas.

Paz e Luz.

– Wagner Borges –
São Paulo, 04 de março de 2002.

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Texto <330><31/03/2002>