462 – CANTANDO COM O RABI
Vem cantar aqui conosco.
Nós somos aqueles mesmos de ontem,
Espíritos errantes, tentando acertar.
Vem dedilhar com a gente
As cordas do coração,
Nas canções da alma,
No centro do peito, um mar de perdão.
Éramos íntimos de Maya. **
Agora, nos campos da renovação,
Encontramos você no coração.
E de alguma maneira, algo mudou.
Um Amor aflorou, uma Luz surgiu.
E dentro dela o seu sorriso meigo
Nos dizendo: “o Amor é tudo!”
Rabi querido, nós somos os mesmos de ontem.
Mas algo mudou, e não somos mais errantes.
Nós nos encontramos, e o encontramos
Sorrindo em nossos corações.
O tempo passou e você nos esperou.
Ainda nos enrolamos, mas…
Renasceu algo legal no peito.
Que faz pensar no Bem de todos.
Entre acertos e erros, tem algo legal aqui.
Algo que ninguém vê.
Algo que ilumina, que inspira,
Que toca a canção no coração.
Meigo Rabi, vem tocar conosco.
Vem afinar nossas cordas
Com os seus toques de Amor e Paz
No centro de nosso SER.
Antes, nós éramos errantes e estranhos.
Havia um grande vazio, “cheio de Maya”.
Agora, ele é tudo, cheio de Amor.
No meio dele, o seu sorriso paciente.
Jesus, amigo dos homens,
Vem tocar conosco a canção
Que vem do coração que sente o Divino,
Dedilhando as cordas imortais em nós.
Já passou o tempo de confusão,
Quando nossas canções eram estranhas.
Agora, estamos afinando as cordas…
E o som melhorou bastante.
Aqui, junto com os meus amigos,
Parceiros de estudo e trabalho renovador,
Nós lhe agradecemos pela paciência e confiança,
E lhe convidamos: Vem cantar conosco!
OM JESUS NAMAH! ***
– Wagner Borges –
(Sujeito que insiste em manter o coração e a mente abertos dentro da espiritualidade, que não é cristão nem segue nenhuma doutrina fundamentada pelos homens da Terra, mas que admira muito a Jesus, Krishna, Buda e tantos outros caras legais que ajudam a humanidade no silêncio do amor incondicional que abraça aos homens de todas as raças, credos e culturas).
São Paulo, 27 de agosto de 2003, às 19h11min
* Rabi: Mestre.
** Maya (do sânscrito): Ilusão.
*** Namah (do sânscrito): Saudação ao poder divino evocado; Reverência ao poder divino evocado.
Texto <462><12/09/2003>
