Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas

Mês: setembro 2003

Textos Conscienciais

POEMA DO PERDÃO – por Amélia Rodrigues

Um sopro renovador alargava-se em todas as direções, atingindo as mais diversas paisagens dos corações. A palavra era proferida em canto de beleza invulgar, como jamais fora ouvida antes e em qualquer época. O estranho chegara e arrebatara a multidão….

Maisa Intelisano

A SERPENTE E O VAGA-LUME

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vaga-lume. Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava em desistir.

Fugiu um dia e ela não desistia. Dois dias, e nada…

Maisa Intelisano

MUDANÇAS E TRANSFORMAÇÕES CONSCIENCIAIS

Nunca tenha receio de deixar que caiam as suas paredes, pois é só assim que crescemos e amadurecemos

Nada do que construímos é definitivo, nem mesmo a nossa personalidade. Tudo está o tempo todo se transformando, tudo é impermanente.

Não se apegue a nada em demasia para que a transição para algo diferente não seja tão dolorosa.

Íris Regina Fernandes Poffo

DE DENTRO PARA FORA

Da mesma forma que o sol nasce para todos, assim também são as bênçãos divinas. Elas iluminam e envolvem a todas as pessoas com o mesmo carinho e com o mesmo amor! Por que então umas pessoas são diferentes das outras?
Íris Regina Fernandes Poffo

O AMOR LIBERTA

Sabe, estamos muito preocupados com o que vocês andam fazendo com o amor! Esse sentimento tão lindo, tão divino, tão nobre vem sendo transformado em algo desprezível! Dizem que o amor está ligado com o ciúme, com vingança, com abuso…

Íris Regina Fernandes Poffo

TRATANDO DE FERIDAS E CICATRIZES

Não se aflija quando as dores deste mundo afligirem o seu coração! É assim mesmo: dói, dói fundo, mas tudo passa e as feridas se cicatrizam desde que haja predisposição para isso. Veja bem essa situação: se a pessoa se…

Textos Periódicos

460 – O PROFESSOR ASSEDIADOR

Acordei no meio da noite, sob um violento EV * que me sacudia todo. Antes que desse por mim, já estava desperto, num local descampado e cinzento, um tanto lúgubre, até. Mesmo assim, resolvi explorar os arredores. Mal havia começado a volitar por ali, quando, por detrás de um muro arruinado, vi surgir uma dantesca criatura, caminhando em minha direção. Seu corpo esverdeado e famélico emergia por entre trapos sujos, e os olhos, dois carvões incandescentes, brilhavam afundados nas fauces trágicas. Aproximava-se cada vez mais, brandindo um livro esfarrapado entre as mãos descarnadas. Fiquei hirto, gélido, apavorado. Tentei lembrar de mantras, mas não conseguia lembrar nem de meu nome. Pensei em mandar energia, raios laser, qualquer coisa, mas minhas mãos estavam coladas ao corpo. A criatura já estava bem próxima. Imobilizado como estava, achei que a única coisa que podia fazer no momento era tentar algum tipo de comunicação. Olhei o ensebado livro que o espectro trazia nas mãos: uma gramática da língua portuguesa.
Benedicto Cohen

O PROFESSOR ASSEDIADOR

Acordei no meio da noite, sob um violento EV * que me sacudia todo. Antes que desse por mim, já estava desperto, num local descampado e cinzento, um tanto lúgubre, até. Mesmo assim, resolvi explorar os arredores. Mal havia começado…

Benedicto Cohen

COSMOÉTICA

– Meu bem, não estou conseguindo, acho que tem alguém aqui… – O quê? Alguém aonde? – Aqui no quarto, alguém espiando a gente… – Espiando como? A janela está fechada… – Não sei, estou sentindo uma presença, sei lá……

Benedicto Cohen

AEROBUS

– Alô? Aqui é a Dri… Tem um aerobus na lavanderia do meu prédio… – Como é que é? – Um aerobus. Fui lá em cima lavar umas roupas e ele estava lá… – Ora, Dri, você anda indo fundo…