Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas

644 – ALE-BA

Do Céu à Terra,
Do Alto ao seu coração,
Esteja presente!

Seja estrela!
Em seu centro, apresente o brilho.
Em sua vida, vinda do Alto,
À inspiração!

Em seu centro, agradeça.
Apresente-se no brilho
Do Alto ao seu coração,
Seja estrela!

No Céu e na Terra,
Por entre os espíritos e os homens, brilhe muito.
E que sua luz seja generosa e honre todas as jornadas.

Brilhe muito, estrela-espírito.
Você faz parte do TODO,
O incomensurável UM!

Inspire-se, brilhe e se apresente:
Generoso em todas as jornadas.

– Wagner Borges –
São Paulo, 17 de julho de 2004.

– Nota:

* ALE-BA: é conhecido como o mantra do silêncio.Concentrado no chacra frontal, o ALE-BA ajuda a relaxar a mente agitada. Por isso, sugiro ao leitor que mentalize, com muito carinho e paciência, o ALE-BA no centro interno da testa (como se fosse um alto falante interno na testa, prestando atenção em cada palavra), procurando acalmar a mente com ondas de luz e serenidade.

Esse ótimo mantra tem origem nos ensinamentos dos iniciados e mestres herméticos do Antigo Egito. Também acalma as emoções no chacra cardíaco, e sempre favorece um clima psíquico de serenidade e altruísmo, levando à pessoa a pensar no ETERNO.

Para enriquecer esses escritos, posto na seqüência um texto evocativo do silêncio e da serenidade espiritual (postado pelo site originalmente em 1999).

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NAS ONDAS DO SILÊNCIO
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Olá, meus amigos!

Estou digitando esses escritos às 02:59 h da madrugada.

Ainda pouco, estava em meu quarto estudando o ótimo livro “The Tibetan Art of Healing”, de Ian A. Baker (prefácio de Deepak Chopra; Ed. Thames and Hudson).

Horas antes, lembrei-me de uma fita cassete que uma amiga gravou para mim anos atrás. O título da mesma é “The Silent Waves”. Nem mesmo ela sabe quem é o autor das músicas, pois comprou-a de um cara bem na entrada de uma estação de metrô em Paris, em uma de suas viagens. Há alguns anos que não a ouço.

Enquanto folheava o livro de cura tibetano, resolvi escutar essa fita. Ao ouvir os suaves acordes de teclado permeados pelo som das ondas do mar, lembrei-me de vários trabalhos espirituais que fiz escutando essa mesma fita.

Daí, resolvi escrever um pequeno texto em cima das viagens espirituais que realizei inspirado por essas músicas.

* * *

“Mesmo em meio à agitação das multidões e o caos urbano, é possível sentir as ondas do silêncio chegando nas praias internas da consciência.

É possível navegar por essas ondas serenas, além dos tormentos da mediocridade espiritual do ego.

Expandir a consciência, sem sair do lugar, e ao mesmo tempo, abarcar todo o universo.

Que viagem maravilhosa: nadar espiritualmente nas ondas do silêncio, pelos oceanos da consciência serena.

Silenciosamente, curvo-me diante das ondas de amor silencioso que chegam até as praias do meu coração espiritual.”

* * *

Logo após eu escrever isso, surgiu um dos amparadores extrafísicos hindus. Pegando uma carona no que escrevi, ele ditou-me o seguinte:

“Ondas silenciosas…Esse é um conceito fantástico!

A percepção de que a imanência do TODO viaja pelo universo em forma de ondas silenciosas é pura cosmogênese espiritual.

Ondas silenciosas que interpenetram seres e dimensões em maravilhosa profusão de vida.

Pense nisso: ondas de puro amor viajando pelo infinito, de dentro e de fora, todo tempo, em silêncio.

No meio dessas ondas, o sorriso invisível de Deus!

Só amor fluindo.. LUZ… VIDA… PAZ… HARMONIA…

Nas ondas do silêncio.”

* * *

Para concluir dignamente esse texto, recorro à sabedoria taoísta:

“A tranqüilidade profunda permanece.
Ela é a mãe de tudo o que não morre.
No seu movimento fundamenta-se o vir-a-ser do Céu e da Terra.
A tranqüilidade profunda é em si mesma movimento.”

– Lao-Tzé, in “Tao Te King” (China, 600 A.C.) –

– Wagner Borges –
São Paulo, 24 de agosto de 1999.


Texto <644><07/10/2005>