Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas

630 – PERFUME DA ALMA

– Por Wagner Borges –

O espiritualista consciente exala o perfume sutil da espiritualidade.

Por intermédio das fibras energéticas de sua aura, os espíritos luminosos veiculam as essências espirituais que inspiram e galvanizam a alma dos homens para o Bem.

Muitas pessoas passam por seu perímetro vital, mas são bem poucas as que percebem o perfume sutil e o “Brilho-OM” de seus chacras.

Outras perguntam de onde vem o seu carisma (1) e qual é a fonte de tanta energia. Ele apenas sorri e diz que Krishna é seu amigo.

Algumas se aproximam querendo sua força vital. Ele continua sorrindo e diz que Jesus também é seu amigo.

Outras buscam-no querendo suprir várias carências emocionais. Ele evita isso contando certas piadas e desmistificando os conceitos místicos fantasiosos (2).

O espiritualista consciente trabalha, energiza, galvaniza, espiritualiza e ri bastante…

Se perguntarem a ele qual é o motivo do perfume sutil fluir por sua aura, ele responderá: “É porque Krishna e Jesus são os fiadores de meu serviço; e também porque os espíritos luminosos plantaram as flores do Bem em meu coração”.

OM TAT SAT! (3)

(Texto extraído do livro “Viagem Espiritual III” – Wagner Borges – Editora Universalista – 1998).

1. “Há pouco, uma aluna perguntou-me por que há pessoas com tanto carisma? A resposta é clara: carisma é energia. Quem vibra com o que faz irradia uma energia que impulsiona os outros na direção dos mesmos interesses e afinidades. A energia reflete o que pensamos, sentimos e fazemos uns com os outros. E a qualidade das nossas energias depende da qualidade de nossas manifestações (internas e externas) na vida. Logo, o carisma é sempre bom se há amor e alegria naquilo que se faz.” (Trecho extraído do livro “Viagem Espiritual III”).

2. Sobre a diferença entre o místico sadio e o pessoal que viaja na maionese mística (misticóides ou esquisotéricos), ver o texto “Ponderações Conscienciais” na minha coluna da revista on line do site do IPPB (postado em fevereiro de 2004). Inclusive, esse texto foi publicado na revista “Espiritismo e Ciência”, com uma repercussão muito legal por parte dos leitores.

3. Om Tat Sat (do sânscrito): tríplice designação de Brahman, O Supremo, O Todo que está em tudo; mantra de origem vedantina de poderosa vibração nos chacras.


Texto <630><06/08/2005>