Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas

Mês: fevereiro 2005

Editora Vivência

FLUIDO VITAL E DUPLO ETÉRICO

Nesta entrevista, dr. Ricardo Di Bernardi explica com mais detalhes a fisiologia do duplo etérico e sua ligação com o corpo físico.

Paulo P. L.

O fluido vital forma uma estrutura especial em nós? Ou está como que… solto?
Ele forma um “corpo” de certa forma sim. Constitui o chamado corpo vital, também conhecido como corpo etérico.

São sinônimos? Há outros sinônimos equivalentes?
Sim. Ei-los: Duplo Etérico, Corpo Vital (Kardec), Corpo Prânico, Veiculo do Prana, Corpo Bioplásmico, Corpo Biocósmico, Corpo Energético, Primeiro corpo de Energia, Corpo Diáfano, Corpo Efêmero, Veiculo da Vitalidade, Corpo da Vitalidade, Casca Luminosa, Reflexo do Corpo Físico, Aerossomai, Armadura Energética, Contracorpo, Cópia Vital Humana, Corpo Aiterico, Corpo Bardo (tibetanos), Corpo Biocósmico, Corpo LeptoHilico, Corpo Leptomerico, Corpo Ódico, Corpo Unificador, D Jan, Kosha, Reboque Energético, Umbra, Veiculo Semi-Físico, Véu do Corpo Humano, Véu Etérico, Ponte Corpo Humano-Psicossoma, Pranamaya-Kosha.

Você ressaltou a colocação de Kardec, gostei…
Eu também gosto disto….

Editora Vivência

VIAGEM ASTRAL AO RIO SÃO FRANCISCO

Neste artigo, o projetor Saulo Calderon relata uma de suas experiências fora do corpo físico denso, trazendo ensinamentos e uma proposta de valorização do meio ambiente.

Viajei numa noite para Remanso, interior da Bahia, para tocar com a minha banda. Cheguei na sede da banda por volta das 22h. Na maioria das vezes, a viagem acontece de madrugada. Já me perguntei muito o porquê de ter projeções em ônibus; hoje sei que é devido aos locais onde andamos, as estradas. Por serem praticamente “vazias”, as energias delas são relativamente mais sutis, então a facilidade para sair do corpo e alcançar a lucidez acaba sendo maior, se não fosse o acoplamento áurico com o pessoal do grupo.

Para isso, me deito na última cadeira do ônibus, não ficando ninguém atrás de mim, assim facilitando um pouco mais a soltura energética, mas não totalmente.

Após umas duas horas, todo o pessoal já estava dormindo, e ainda bem, a TV desligada.

Senti um pequeno sono, mas novamente não me permitia adormecer. Não importa onde estou, pensei. Minha liberdade não será apagada. Quero e vou sair do corpo, aqui mesmo onde estou. Assim, fiz um alto trabalho energético, ativando a passagem energética por cada chacra.

Ainda, por repercussão energética, um colega da cadeira ao lado acordou assustado (isso é muito comum, e acontece com freqüência quando fazemos trabalhos energéticos em algum ambiente com alguém dormindo). Como sempre ocorre em ônibus, apaguei (não consigo sentir a saída, acho que talvez devido as muitas energias conscienciais liberadas pelo pessoal). Despertei flutuando, a cerca de uns três metros do chão, próximo a uma pequena mata, ao lado de uma rua.

Reparando a projeção, não perdi tempo, e procurei saber onde estava, mas antes comentei para mim mesmo, fazendo com que minha lucidez aumentasse: “estou projetado agora, meu corpo está viajando no ônibus, preciso me centrar nisso”. Ganhei mais lucidez, e o meu chacra frontal abriu de vez ao pensar nisso. Fui flutuando com cautela, pois sabia que estava em plano astral inferior. Estava escuro, mas como estava com o frontal aberto, via como se fosse uma lanterna saindo do mesmo. E avistei luzes de uma cidade ao longe. Fui em sua direção. Antes que chegasse na cidade, senti uma coisa boa, e parei para perceber. E recebi mentalmente uma idéia para não ir até lá. Sabia ser de algum espírito bacana (amparador), mas quem? E indaguei:

– Olá, meu amigo. Obrigado pela dica. Sabe, nunca consigo ver quem está comigo, sempre estou tão denso, ou não posso ver por algum motivo. Gostaria muito de poder ver, pois quase nunca tenho projeções com seres chamados “amparadores”.

Editora Vivência

OBSESÃO E EPILEPSIA

Existe ligação entre os casos de epilepsia e os processos obsessivos? A interação corpo-mente-espirito. Osvaldo Hely Moreira A epilepsia constitui-se num dos desafios da medicina devido a sua alta incidência (0,5% a 2% da população), diagnóstico etiológico difícil e abordagem…

Editora Vivência

A MEDIUNIDADE NOS ANIMAIS

Muitas vezes, os animais percebem a presença dos espíritos até mesmo antes dos sensitivos. Mas eles podem ser “médiuns” como o homem?

Irvênia Prada – Texto extraído do livro “A Questão Espiritual dos Animais”

No capítulo XXII, item 236, de O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec, encontramos um comentário do espírito Erasto no sentido de existirem evidências de que os espíritos podem se tornar visíveis e tangíveis para os animais, bem como estes compreendem certos pensamentos do homem. Ernesto Bozzano diz que certos animais percebem a presença de espíritos antes dos próprios sensitivos e que há aqueles que demonstram possuir certas faculdades psíquicas, como a telepatia.

Em seu livro Mediunidade: vida e comunicação, o prof. J. Herculano Pires comenta a respeito da ocorrência de casos impressionantes de materialização de animais em sessões experimentais, informando ainda sobre o relato de numerosos casos de manifestações animais na Inglaterra, que constam nos Anais das Sociedades de Pesquisas Psíquicas. Andrew Lang, em relato presente em outro livro de Pires, Espírito e o Tempo, conta que fantasmas de cães foram visualizados, além de seus ganidos serem ouvidos, por diversas pessoas, simultaneamente, na tribo de Queensland, na Austrália.

Frente a essas colocações, naturalmente surgem as perguntas. O que tudo isso significa? Esses fenômenos são mediúnicos? Os animais podem atuar como médiuns? Na época de Kardec, como indica Erasto em O Livro dos Médiuns, a questão da mediunidade dos animais era freqüentemente proposta sobretudo em razão de fatos que revelavam indícios de inteligência por parte de alguns pássaros educados pelo homem, que pareciam adivinhar pensamentos, chegando a retirar de um maço de cartas aquelas que correspondiam exatamente ao pedido feito. Dado o interesse que despertou, essa questão foi discutida na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, estando o correspondente artigo publicado na edição de setembro de 1861 da Revista Espírita.

Para analisarmos a possibilidade dos animais atuarem ou não como médiuns, vamos considerar as diferentes maneiras de atuação do médium nos diversos tipos de manifestações dos espíritos.

Editora Vivência

EURÍPEDES BARSANULFO – O PRECUSOR DA PEDAGOGIA ESPÍRITA

Além de sua mediunidade de cura e fenômenos físicos, a grande vocação para a educação o incentivou a pensar em um modelo inovador de ensino. Érika Silveira Descrever, em poucas linhas, o papel desempenhado pelo médium Eurípedes Barsanulfo dentro da…

Francisco O. (Frank)

LOUCO DE AMOR

– Por Frank –

“Ele não tinha asas, não que eu as tenha visto. Nem parecia com a gente, acho que nem rosto ele tinha. Ele era apenas luz”, dizia o homem enquanto uma multidão ouvia suas palavras.

– Tem certeza que o que você viu não foi o farol do caminhão que o atropelou e lhe deixou doido? – disse uma das pessoas na multidão, levando boa parte dos ouvintes à risada.

“Não, amigo. Não foi um caminhão que me atropelou. Eu fui atropelado pelo amor.”

Luiz Otávio Zahar

UMA VISÃO MÉDICA SOBRE AS PROJEÇÕES ASTRAIS

(Entrevista Publicada na Edição Especial de Viagem Astral da Revista Cristã de Espiritismo)

“Nesta entrevista, o Dr. Luiz Otávio Zahar fala como a classe médica e científica, em geral, encara a questão da saída fora do corpo.

– Por Érika Silveira e Victor Rebelo –

Dr. Luiz Otávio Zahar é médico com especialização em homeopatia, acupuntura e urologia, mestre em saúde ocupacional e formação em hipnologia .

Seu primeiro contato com a projeção astral aconteceu aos 15 anos de idade, em decorrência de uma grave infecção pulmonar. Dr. Zahar relata que tudo começou quando se encontrava na cama tremendo em febre, e sentiu subitamente uma pontada forte em seu peito, seguida de falta de ar, chegando quase a desfalecer. Repentinamente sentiu-se bem, como se já não estivesse mais doente e a dor desaparecera completamente. Ao tentar se levantar, teve uma grande surpresa, estava flutuando no quarto enquanto seu corpo permanecia deitado. Passou alguns momentos refletindo sobre a situação quando se deu conta que sua mãe estava no quarto em prantos. Pensou, então, que estava realmente morto. Imediatamente, sentiu-se tragado para o corpo de volta. Mais tarde, levado a um hospital do Rio de Janeiro e examinado por um pneumologista, recebeu os medicamentos necessários e conseguiu superar o problema.

Filho de livreiro e editor, desde cedo adquiriu o gosto pela leitura, entre diversas obras devoradas, principalmente no período de convalescença. Conta que o livro “A Terceira Visão”, de Lobsang Rampa, foi o que mais lhe marcou, por relatar processos de viagens astrais. “Foi um choque para um garoto de 15 anos saber que aquilo que havia acontecido comigo, outras pessoas também tinham vivenciado e a projeção astral poderia ser provocada de forma voluntária”, diz. A partir disso, nasceu sua busca cada vez maior sobre o assunto. Freqüentou cursos, aprendeu a meditar e não parou mais de ler e pesquisar. Desde então, as projeções astrais, ou, experiências extracorpóreas, passaram a fazer parte constante de sua vida.

Francisco O. (Frank)

NUMA NOITE QUALQUER…

(Projeção e Assistência Extrafísica)

– Por Frank –

Aconteceu ontem à noite, mas poderia ter sido na noite anterior ou em qualquer outra noite.

Após um acidente entre dois carros numa estrada fora da cidade, testemunhas viram um corpo de um homem ser levado por uma ambulância; mas o que eles não perceberam, era que o homem real, na verdade, ainda estava lá, preso na fuselagem do carro destruído, agarrado à idéia de ainda ter um corpo.

Textos Periódicos

588 – LOUCO DE AMOR

– Por Frank – “Ele não tinha asas, não que eu as tenha visto. Nem parecia com a gente, acho que nem rosto ele tinha. Ele era apenas luz”, dizia o homem enquanto uma multidão ouvia suas palavras. – Tem…

Textos Periódicos

588 – UMA VISÃO MÉDICA SOBRE AS PROJEÇÕES ASTRAIS

(Entrevista Publicada na Edição Especial de Viagem Astral da Revista Cristã de Espiritismo)

“Nesta entrevista, o Dr. Luiz Otávio Zahar fala como a classe médica e científica, em geral, encara a questão da saída fora do corpo.

– Por Érika Silveira e Victor Rebelo –

Dr. Luiz Otávio Zahar é médico com especialização em homeopatia, acupuntura e urologia, mestre em saúde ocupacional e formação em hipnologia .

Seu primeiro contato com a projeção astral aconteceu aos 15 anos de idade, em decorrência de uma grave infecção pulmonar. Dr. Zahar relata que tudo começou quando se encontrava na cama tremendo em febre, e sentiu subitamente uma pontada forte em seu peito, seguida de falta de ar, chegando quase a desfalecer. Repentinamente sentiu-se bem, como se já não estivesse mais doente e a dor desaparecera completamente. Ao tentar se levantar, teve uma grande surpresa, estava flutuando no quarto enquanto seu corpo permanecia deitado. Passou alguns momentos refletindo sobre a situação quando se deu conta que sua mãe estava no quarto em prantos. Pensou, então, que estava realmente morto. Imediatamente, sentiu-se tragado para o corpo de volta. Mais tarde, levado a um hospital do Rio de Janeiro e examinado por um pneumologista, recebeu os medicamentos necessários e conseguiu superar o problema.

Filho de livreiro e editor, desde cedo adquiriu o gosto pela leitura, entre diversas obras devoradas, principalmente no período de convalescença. Conta que o livro “A Terceira Visão”, de Lobsang Rampa, foi o que mais lhe marcou, por relatar processos de viagens astrais. “Foi um choque para um garoto de 15 anos saber que aquilo que havia acontecido comigo, outras pessoas também tinham vivenciado e a projeção astral poderia ser provocada de forma voluntária”, diz. A partir disso, nasceu sua busca cada vez maior sobre o assunto. Freqüentou cursos, aprendeu a meditar e não parou mais de ler e pesquisar. Desde então, as projeções astrais, ou, experiências extracorpóreas, passaram a fazer parte constante de sua vida.