Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas

Mês: março 2005

Saulo Calderon

UMA VIAGEM ESPIRITUAL NO UMBRAL EXTRAFÍSICO

(E o Encontro Com Uma Amparadora Maravilhosa)

Eram 03h30min da madrugada.

Eu escrevia uma apostila do curso de experiências fora do corpo. O sono começou a me incomodar e resolvi ir deitar. Pensei em continuar a apostila durante o dia.

Deitei-me ao lado de minha esposa, mas educadamente empurrei o corpo dela pra o canto da cama, pois já sei, que se fizer um trabalho energético muito perto, a incomodo, além de piorar, se eu por acaso encostar nela (dá uma fusão energética intensa e perco a projeção ou o momento da saída).

Comecei a mobilizar as energias de forma intensa e pensei: “Eu vou ficar bem concentrado nisso até sair do corpo!”

Mauricio Santini

LETÍCIA BELA

(Homenagem à atriz Letícia Sabatella)

Letícia bela, do Norte estrela…
Tua ausência é o castigo que Amor me dá…

Sentei-me no chão e liguei tua voz perto de mim.
Então veio o veludo das tuas palavras.

Maisa Intelisano

NÃO BASTA EXISTIR, É PRECISO VIVER

Não basta existir, é preciso viver. E viver é muito mais que existir.

Viver implica aprender e, para ser aprendiz, é preciso humildade para reconhecer a própria ignorância.

Viver implica educar-se para o amor, e, amando e amado, experimentar a angústia de saber-se iluminado sem sentir-se luz, vivenciando as dores e as venturas de sentir-se completo sem poder ser pleno.

Viver implica movimento. E não há movimento sem esforço e atrito.

Maisa Intelisano

À FLOR DA PELE

O maior mal da humanidade é tudo aquilo a que ela se apega, é a teimosia em não aceitar que nada é para sempre.

Cada dor humana é um apego em trabalho de desintegração. Cada ferida aberta é um apego em processo de drenagem e eliminação.

O único fogo que atinge o espírito é aquele que nasce em seu próprio coração, atiçado por suas próprias paixões, pelos seus próprios medos, pelo seu próprio apego àquilo que crê ser a sua realidade. E esse fogo será eterno enquanto durar sua ilusão.

Benedicto Cohen

CEM MANEIRAS DE LIQUIDAR UMA PROJETORA

Anton, o Pequeno, começou a ter as visões na mesma semana em que enforcaram o druida. Sim, o corpo do velho pecador ainda apodrecia, balançando em lentos círculos na ponta da corda que o carrasco havia amarrado à travessa central…

Textos Periódicos

596 – CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE UMA EXPERIÊNCIA EXTRACORPÓREA

– Por Wagner Borges –

As características de uma experiência fora do corpo são virtualmente inexplicáveis para aqueles que não a experimentaram, dadas as diferenças que a mesma apresenta relativamente à vida consciente normal. Fica muito difícil para uma pessoa que não se projeta para fora do corpo e, consequentemente também não voa, não atravessa paredes e nem se encontra com seres extrafísicos, entender a mecânica desses processos projetivos. No entanto, uma amostragem de comentários de algumas pessoas que se projetaram involuntariamente e que responderam a um inquérito, realizado na década de 1960, pela parapsicóloga inglesa Celia Green (1), permite formar uma idéia do que essa experiência significou para elas:

“Estou desincorporado, mas num espaço confinado que tem dimensões e localização definidas.”

Textos Periódicos

596 – YEMANJÁ, MÃE DAS ÁGUAS E DAS FLORES

Querida Mãe das Águas, em primeiro lugar, muito obrigado pelo banho que acabei de tomar.

Por essas águas que limparam meu corpo e minhas energias.

Oxalá, que elas possam ter limpado, também, os meus pensamentos e as minhas emoções.

Com o corpo refrescado, solto a consciência nas ondas da inspiração e penso em você.

Imagino todas as mulheres em você!

Textos Periódicos

595 – A LIÇÃO DE CHICO

– Por Frank –

Fui além do aquário e nadei com os peixinhos no mar, embriagando-me com a aquarela de cores; ver os cardumes mostrou-me que a vida continua em qualquer lugar.

A cada braçada dentro da água, mais eu observava o quanto é talentoso esse Criador das estrelas, e o quanto é tolo o homem que acredita que é dono do planeta.

Francisco O. (Frank)

A LIÇÃO DE CHICO

– Por Frank – Fui além do aquário e nadei com os peixinhos no mar, embriagando-me com a aquarela de cores; ver os cardumes mostrou-me que a vida continua em qualquer lugar. A cada braçada dentro da água, mais eu…